Essa movimentação de pessoas me é estranha.
Olhar a vida que passa é um vício e uma dor – tantas vidas que não me vivem, alheias aos meus olhos pedintes.
Desejo um afago; assim, bem de mansinho. Minha boca não se move, mas meu semblante grita. Peço assim, como quem não quer nada. E é estranho. Estranho como os desconhecidos que vem e vão, seguindo seus caminhos, enlaçando seus destinos por aí.
E eu aqui, olhando só.
E só.

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