Niente.

Eu aprendi a dizer adeus às coisas que tiveram significado. Nem sempre porque eu quis, mas sim porque era preciso. Para ser bem sincera, o adeus é uma parte que eu preferia pular. Não gosto de coisas que têm um fim. Acho preferível um começo, um longo desenvolvimento – composto por uma série de cenas marcantes – e um retorno ao início. Sem término. Só uma nova casca para uma história antiga. Não gosto nada das coisas finitas; elas têm gosto amargo desde cedo.

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2 thoughts on “Niente.”

  1. “Não gosto nada das coisas finitas; elas têm gosto amargo desde cedo.”
    O término na maioria das vezes é doloroso e arranca pedaços. Ahn.
    Texto excelente, Sunnie! A cada dia me vicio um pouco mais nisto aqui.

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