Ju-li-a-na

Como teria sido se… eu ficasse; eu não tivesse ficado; eu tivesse negado; eu tivesse deixado; eu continuasse; eu não quisesse? E se eu quisesse até demais e se eu me ouvisse gritando nos meus próprios ouvidos e falasse e falasse e falasse – teria me convencido? Ou seguiria a minha mania de contrariar tudo? Eu agiria como agi, eu teria pensado duas vezes, eu teria perdoado, eu teria estapeado, mordido, arrancado, etc e tal? Como seriam as coisas agora se eu tivesse me decidido mais cedo, se eu tivesse esperado mais, se eu fosse mais forte – ah, se eu fosse – se eu fosse assim, assado. Assim, bem como quem não quer nada, ah, quisera eu ter feito tanto…! Fazer, eu fiz. Não como eu queria ter feito. Mas algo do tipo.
[…]

Não muito ciente da maior parte, mas tão ciente de todo o resto.

[…]

Uma grande confusão de rancores-amores-decepções-ânsias-arrependimentos & afins.

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