E de volta: o brinquedo torto, esse sem serventia, esse que até tem alguma graça (na falta de algo melhor). E de novo, eu, a boneca que perdeu a novidade. De novo, eu e essa sina de não fazer o bastante, de não poder o bastante, de não ser o bastante. Tão facilmente substituída – assim, num estalar dos seus dedos.

O brinquedo torto, enfurnado no baú, pedindo socorro (e com aquele medo não-declarado de escuro que eu pensei que você soubesse que eu tinha. Você deveria).

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