Post scriptum

Eu te amo porque você é a única coisa real que eu já tive nas mãos e porque, apesar disso, você nunca me pertenceu. Você era grande demais para caber nos meus dedos; eu nunca poderia mantê-la cativa. Eu queria, porque eu era estúpida.  Hoje, eu sinceramente não tenho mais essa vontade. E quando eu sei de você por aí, cabelos ao vento, sorriso na cara, milhas e milhas distante, eu te amo cada vez mais.

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2 comentários em “Post scriptum”

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